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Mais de 500 membros do Partido Democrata pressionam Washington para responsabilizar Israel

A congressista norte-americana Ilhan Omar, durante evento de apoio ao senador norte-americano Bernie Sanders, organizado pela Frontline Communities of Nevada , em Las Vegas, Nevada [Gage Skidmore / Flicker]

O Washington Post disse nesta segunda-feira (24) que mais de 500 membros do Partido Democrata e funcionários da campanha de Joe Biden assinaram uma carta aberta pedindo ao presidente dos Estados Unidos que faça mais para proteger os palestinos, bem como responsabilizar Israel por suas ações em Gaza .

Segundo o jornal americano, essa medida vem com o apoio da ala progressista do Partido Democrata, liderada por personalidades como o senador Bernie Sanders, os deputados Alexandria Ocasio-Cortez, Ilhan Omar e Rashida Tlaib.

“A carta vai dar um impulso a essas pressões e também reflete uma virada mais sutil na opinião pública americana mais ampla, que se tornou mais crítica de Israel”, segundo o jornal americano.

Elogiando os esforços [de Biden] para intermediar um cessar-fogo, os signatparios disseram: “,No entanto, também não podemos ignorar os horríveis atos de violência que eclodiram nas últimas semanas, e pedimos que você continue a usar o poder de seu cargo para manter Israel responsável por suas ações e lançar as bases para a justiça e uma paz duradoura. ”

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A carta acrescenta: “Os mesmos valores que nos levaram a trabalhar incontáveis ​​horas por sua eleição, exigem que falemos, estamos aterrorizados com as imagens de civis palestinos em Gaza que foram mortos ou ficaram desabrigados, como resultado dos ataques aéreos israelense.”

Ao mesmo tempo em que condena a violência de ambos os lados, a carta atribui a Israel maior culpa, devido ao seu enorme poder militar, sua ocupação contínua de comunidades palestinas e o bloqueio imposto a Gaza.

Na quarta-feira (19), os democratas na Câmara dos Representantes dos EUA propuseram um projeto de lei que visa bloquear as vendasS, no valor de US$ 735 milhões, de armas para Israel, em uma resposta simbólica à escalada do conflito entre Israel e a Faixa de Gaza.

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