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Diálogo de parlamentares da Nicarágua com Cuba, Venezuela e Irã reafirma solidariedade com Jerusalém

Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade com Palestina, deputado nicaraguense Nasser Sebastián Silwany Báez (dir.), fala da amizade de seu país com o povo palestino durante diálogo com representantes do Irã, Cuba e Venezuela.
Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade com Palestina, deputado nicaraguense Nasser Sebastián Silwany Báez (dir.), fala da amizade de seu país com o povo palestino durante diálogo com representantes do Irã, Cuba e Venezuela.

Parlamentares da Nicarágua solidários com a causa palestina estão acompanhando com atenção os eventos em Jerusalém.

No Dia Mundial por Al-Quds, celebrado na última sexta-feira do Ramadã, uma atividade virtual reuniu Grupos Parlamentares de Amizade (GPA) com a Palestina e o Irã com deputados e diplomatas de Cuba, Venezuela e Irã, para reafirmar o compromisso com a defesa do direito palestino à Jerusalém como capital de seu futuro estado.

Os deputados nicaraguenses, Nasser Silwany, presidente do GPA com o Estado da Palestina e Luis Coronel Cuadra, presidente do GPA com a República Islâmica do Irã, conduziram a reunião com emmbaixador do Irã, Majid Salehi; o embaixador de Cuba, Juan Carlos Hernández; o segundo eecretário da Embaixada da Venezuela, Ansonith Albano e o deputado Carlos Emilio López, além dos depois deputados dos grupos de amizade.

LEIA: Parlamentares e ativistas da América do Sul em solidariedade com Jerusalém

Luis Cuadra explicou que o apelo por paz e reconhecimento do povo e da nação palestina. “vem sendo feito todos os anos desde que 1979, por meio desses diálogos. O deputado Nasser Sebastián Silwany Báez, homenageou “o povo sofredor da Palestina, com quem a Nicarágua tem uma amizade que se fortaleceu desde 1980, quando nosso país recebeu a visita do irmão Yasser Arafat.”

No sábado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, condenou Israel por abusos contra cidadãos palestinos, e afirmou ser mais um crime de guerra que exige uma ação internacional para impedir as violações do direito internacional humanitário. O Irã pediu às Nações Unidas e outras agências internacionais que cumpram seu dever de lidar com o massacre, acrescentou.

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