A Corte Penal de Zagazig, na província de Sharqiya, norte do Egito, sentenciou os apresentadores de televisão Moataz Matar e Hossam el-Shorbagy a 15 anos de cadeia, durante julgamento in absentia, acusados de “desacato” e “filiação à Irmandade Muçulmana”.
Matar, âncora na Al Sharq TV, e el-Shorbagy, que trabalha na Mekameleen, foram indiciados em novembro de 2019, após denunciaram um juiz por abuso de sua autoridade.
A imprensa local reportou que, em 2015, Matar foi condenado a dez anos de prisão e multa de 700 libras egípcias (US$44.57) por “incitar a queda do regime e espalhar fake news”.
O Egito costuma perseguir críticos do presidente e general Abdel Fattah el-Sisi.
Muitos prisioneiros políticos são acusados de ligação com a Irmandade Muçulmana, grupo criminalizado pelo atual regime, a fim de condená-los como “terroristas”, incluindo pena capital. Mesmo críticos do movimento são mantidos sob tais alegações.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Mulher palestina dá à luz na prisão de Damon, em Israel, após ser presa durante a gravidez
- Irã emite plano de defesa passiva para 3 cenários, incluindo uma guerra em grande escala
- Relatório: Exército israelense enfrenta déficit de US$ 13,1 bilhões enquanto estoques de armas sofrem pressão
- Chefe do Exército israelense ordena investigação sobre documentário que revela ataques em Gaza com auxílio de IA
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






