Prisioneiros palestinos cancelaram ontem (14) uma convocatória massiva para greve de fome, com início previsto para sexta-feira (17), após o Serviço Penitenciário de Israel (SPI) aceitar suas demandas, incluindo o fim da punição coletiva após a fuga de seis detentos da prisão de Gilboa, na última semana.
As informações foram concedidas pela Sociedade dos Prisioneiros Palestinos (SPP).
Segundo a rede de notícias Wafa, o protesto deveria abranger cerca de 4.500 prisioneiros palestinos, em custódia no território considerado Israel — isto é, ocupado durante a Nakba, em 1948.
Israel implementou medidas punitivas contra todos os prisioneiros após a fuga de seis palestinos da penitenciária de segurança máxima de Gilboa — incluindo: invasão de celas, agressões físicas, transferências arbitrárias a outras instalações, isolamento, suspensão de visitas familiares e retenção de itens básicos de saúde e higiene.
Quatro dos seis fugitivos foram capturados. A caça aos dois restantes continua.
LEIA: Israel tortura prisioneiro palestino após recapturá-lo, segundo relatos
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