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Iraque e EUA concordam em retirada de tropas da coalizão, afirma Bagdá

Soldados da coalizão internacional sobrevoam o aeroporto de Bagdá, em um helicóptero norte-americano Blackhawk, 31 de maio de 2021 [John Moore/Getty Images]

Um total de 1.200 mísseis e cartuchos de artilharia que não explodiram, disparados pelas forças de Israel durante sua última rodada de bombardeios contra a Faixa de Gaza sitiada, foram destruídos neste sábado (5), reportaram autoridades locais.

Iraque e Estados Unidos concordaram neste sábado (5) com um plano para retirar as forças da coalizão internacional liderada por Washington do país assolado pela guerra, segundo informações concedidas pelo Ministério da Defesa em Bagdá.

Um comunicado iraquiano alegou que o comitê militar conjunto deverá elaborar um cronograma para reordenação de tropas em julho e agosto; contudo, não concedeu detalhes.

“O lado americano reiterou seu respeito à soberania do Iraque”, insistiu o ministério, ao observar que as forças da coalizão “concederão consultoria e apoio para derrotar completamente o Daesh [Estado Islâmico]”.

Segundo Bagdá, ambos os lados concordaram em realizar encontros para debater um relacionamento de segurança de longo prazo.

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Em abril, Washington e Bagdá anunciaram que forças da coalizão estrangeiras alteraram o foco de sua missão do combate à consultoria e treinamento de forças iraquianas.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão internacional que intervém no Iraque desde 2014, para reverter os ganhos territoriais do Daesh, que chegou a controlar quase um terço do país. Em 2017, o exército iraquiano anunciou a derrota do grupo terrorista.

Há atualmente 3.000 soldados da coalizão e 2.500 soldados americanos em solo iraquiano.

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