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Polícia de Israel detém 2.142 cidadãos árabes por postura pró-Palestina

Forças de segurança israelenses detiveram um palestino na entrada do complexo da mesquita de al-Aqsa em Jerusalém, em 21 de maio de 2021 [Menahem Kahana/AFP via Getty Images]
Forças de segurança israelenses detiveram um palestino na entrada do complexo da mesquita de al-Aqsa em Jerusalém, em 21 de maio de 2021 [Menahem Kahana/AFP via Getty Images]

A polícia israelense disse ontem que prendeu 2.142 cidadãos palestinos de Israel apresentando acusações contra 285 deles após protestos contra os ataques israelenses em Jerusalém e a agressão na Faixa de Gaza sitiada, informou a Agência Anadolu.

Em um comunicado, a polícia disse que 614 pessoas “ainda estavam atrás das grades”, enquanto o restante havia sido libertado.

Armas ilegais foram apreendidas durante as campanhas de busca e prisão, acrescentaram.

Os cidadãos palestinos de Israel, muitas vezes chamados de israelenses árabes, constituem cerca de 20 por cento do número da população do país.

Em 24 de maio, o Centro Legal para os direitos das minorias árabes em Israel, Adalah, disse que a campanha de detenções da polícia israelense era “uma guerra da polícia militar que ocorre à noite e que requer uma resposta de todas as forças políticas, partidos e do Comitê igualmente”.

“Essa é uma guerra de prisões contra manifestantes, ativistas políticos e menores, que inclui grandes forças invadindo as casas de pais e famílias para intimidá-los, e visa se vingar dos cidadãos palestinos por suas recentes posições políticas e patrióticas”, acrescentou.

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