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Para Reino Unido, alternativa à iniciativa saudita é a continuação da guerra no Iêmen

O embaixador britânico no Iraque, Michael Aron, fala aos repórteres do lado de fora da sala de negociações em Bagdá em 24 de maio de 2012. (Ali Al-Saadi/AFP via Getty Images)
O embaixador britânico no Iraque, Michael Aron, fala aos repórteres do lado de fora da sala de negociações em Bagdá em 24 de maio de 2012. (Ali Al-Saadi/AFP via Getty Images)

O embaixador britânico no Iêmen, Michael Aron, comunicou que a alternativa à iniciativa saudita de encerrar o conflito no Iêmen é a retenção da guerra por vários anos no futuro, informou a Aram Media na sexta-feira.

Em uma entrevista com Asharq Al-Awsat, Aron pediu aos houthis, que rejeitaram a iniciativa, que repensassem sua posição e dessem passos em direção à paz.

Na segunda-feira, a Arábia Saudita anunciou uma iniciativa para ajudar as facções iemenitas a chegarem a uma solução pacífica para o conflito de seis anos. O plano prevê um cessar-fogo nacional e o início das negociações sobre o futuro do país.

Aron também pediu aos houthis que cooperem com o Enviado Especial das Nações Unidas (ONU) ao Iêmen, Martin Griffiths, para sincronizar com Omã.

Ele também confirmou que a comunidade internacional tem como objetivo principal acabar com o conflito no país, destacando que isso só poderia ser alcançado por meio de esforços comuns e cooperação com o enviado da ONU, iniciando então um processo político abrangente liderado pelos próprios iemenitas.

Os houthis descreveram a aceitação da iniciativa saudita como “tirania”, enquanto o enviado do Irã aos houthis a chamou de “programa de guerra”.

LEIA: Premiada Nobel do Iêmen pede às partes em conflito que acabem com os combates

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