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Primeiro-ministro do Iraque exonera cinco chefes de segurança após atentados em Bagdá

O primeiro-ministro iraquiano, Mustafa Al-Kadhimi, em Ancara, Turquia, em 17 de dezembro de 2020. [Ali Balıkçı/Agência Anadolu]
O primeiro-ministro iraquiano, Mustafa Al-Kadhimi, em Ancara, Turquia, em 17 de dezembro de 2020. [Ali Balıkçı/Agência Anadolu]

O primeiro-ministro iraquiano, Mustafa Al-Kadhimi, anunciou a demissão de cinco altos funcionários de segurança, enfatizando que ele supervisionaria pessoalmente as reformas para enfrentar os “desafios” enfrentados pelos serviços de inteligência no país, informou a Agência Anadolu na sexta-feira (22).

Após uma reunião com o ministro da Defesa Juma Inad, o ministro do Interior, Othman Al-Ghanimi, e chefes de segurança, após os dois atentados a bomba em um mercado popular em Bagdá que deixaram 32 mortos e 110 feridos, Al-Kadhimi afirmou que supervisionaria pessoalmente os desafios de segurança” no país.

Em um comunicado divulgado pela Agência Anadolu, Al-Kadhimi declarou que os funcionários que não são capazes de proteger os cidadãos devem “renunciar a seus cargos”.

Al-Kadhimi indicou que o bombardeio foi uma “violação” que não seria permitida que ocorresse novamente. “Prometemos segurança ao nosso povo”, disse ele, “e essa violação é uma indicação de que há um defeito que deve ser resolvido com urgência”.

Ele ressaltou que existem: “Desafios nos serviços de inteligência que devem ser enfrentados com urgência, e eu irei supervisionar pessoalmente esse assunto e, portanto, imporemos uma nova situação e tomaremos medidas urgentes”.

LEIA: Bombardeio em Bagdá gera condenação global

O primeiro-ministro acrescentou: “Fizemos uma série de mudanças na estrutura militar e de segurança e estamos trabalhando no desenvolvimento de um plano de segurança abrangente e eficaz para enfrentar os desafios futuros”.

De acordo com a Agência Anadolu, Daesh assumiu a responsabilidade pelas duas explosões, e a Agência de Notícias Amaq da organização, por meio do aplicativo móvel Telegram, nomeou os agressores como Abu Yusef Al-Ansari e Muhammad Aref al-Mujahid sem dar mais detalhes.

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