O Egito condenou ontem (18) as “reiteradas violações israelenses contra a Mesquita de Al-Aqsa, sob proteção das forças de segurança”.
“O Egito repudia categoricamente tais violações”, declarou em nota o porta-voz da chancelaria no Cairo, ao alertar contra a “violação da santidade do lugar sagrado, reverenciado como o terceiro mais sagrado para muçulmanos de todo o mundo”.
O comunicado enfatizou que Israel é responsável por “manter fiéis em segurança no lugar sagrado [e] preservar a segurança e a estabilidade”.
“Israel deve abster-se de atos que possam incitar uma escalada”, reiterou a nota, ao exortar as autoridades da ocupação a “retomar as conversas de paz com base na lei internacional e resoluções relevantes da ONU, em busca de uma solução de dois estados”.
Neste domingo, um grupo de 1.371 colonos judeus, incluindo membros do Knesset (parlamento israelense), sob escolta pesadamente armada da polícia ocupante, invadiram Al-Aqsa e atacaram fiéis palestinos dentro do local.
LEIA: Hamas condena provocações e incursões de colonos no complexo de Al-Aqsa
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- UE considera sanções contra Israel por trigo ucraniano roubado
- Os EUA gastaram US$ 25 bilhões na guerra contra o Irã enquanto o Pentágono busca orçamento de US$ 1,5 trilhão
- O sionismo como engrenagem global de dominação
- Tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz cai 95%
- ONU diz que tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz cai 95%
- Merz, da Alemanha, afirma que os EUA não têm “estratégia de saída” na guerra com o Irã e chama Teerã de “negociador habilidoso”
- Grupo de direitos humanos afirma que 90 mulheres palestinas estão detidas em prisões israelenses
- Casa Branca afirma que Trump não considera a apreensão de navios pelo Irã uma violação do cessar-fogo
- Irã afirma que quebra de compromissos e bloqueio são os principais obstáculos para negociações “genuínas” com os EUA
- Sessão política em São Paulo condena lei de execução de prisioneiros palestinos e pede ação internacional urgente






