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Hamas condena provocações e incursões de colonos no complexo de Al-Aqsa

Polícia de Israel prende palestinos em frente ao Portão de Damasco, na Cidade Velha de Jerusalém ocupada, 17 de junho de 2021 [Ahmad Gharabli/AFP via Getty Images]
Polícia de Israel prende palestinos em frente ao Portão de Damasco, na Cidade Velha de Jerusalém ocupada, 17 de junho de 2021 [Ahmad Gharabli/AFP via Getty Images]

O movimento de resistência palestino Hamas rechaçou as ameaças de invasões coloniais ao complexo de Al-Aqsa, em Jerusalém ocupada, reportou a agência Anadolu.

“Tais incursões de grupos extremistas, sob escolta das forças da ocupação, são um ataque contra os lugares sagrados”, reiterou Hazem Qasem, porta-voz do Hamas, em nota.

“Este comportamento é uma provocação a árabes e muçulmanos de todo o mundo e um desrespeito aos apelos internacionais no sentido contrário”, prosseguiu.

Grupos israelenses convocaram apoiadores a invadir Al-Aqsa, neste domingo (18), para marcar o feriado judaico de Tisha B’Av, que recorda a destruição do Templo de Salomão.

LEIA: Mais de 1.300 colonos israelenses invadem a Mesquita de Al-Aqsa

O chamado Movimento de Soberania em Israel também prepara-se para conduzir ainda hoje um ato nos arredores da Cidade Velha de Jerusalém.

Extremistas coloniais invadem Jerusalém [Sabaaneh/Monitor do Oriente Médip]

No sábado (17), centenas de colonos realizaram uma procissão por Jerusalém Oriental, para intimidar os residentes palestinos às vésperas de sua invasão a Al-Aqsa.

Segundo relatos, os colonos marcharam do Portão de Damasco ao Muro das Lamentações (al-Buraq). Israel declarou o trajeto como “zona militar fechada” e prendeu três palestinos.

Israel ocupou Jerusalém Oriental, onde situa-se a Mesquita de Al-Aqsa, durante a chamada Guerra dos Seis Dias, em 1967, e anexou toda a cidade em 1980 — medida jamais reconhecida internacionalmente.

 

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