Peter Stano, porta-voz da União Europeia, criticou a decisão do parlamento israelense (Knesset) de revogar artigos da Lei de Desengajamento de 2005, permitindo que colonos ilegais retornem a quatro assentamentos ilegais na Cisjordânia ocupada, evacuados em 2005.
Stano reiterou que a decisão “é contraproducente para os esforços de desescalada e dificulta esforços para construir confiança e criar um horizonte político de diálogo”.
O comunicado do bloco europeu descreveu a decisão do Knesset como um “claro retrocesso”.
A União Europeia enfatizou considerar os assentamentos ilegais sob o direito internacional. “Os assentamentos constituem um grande obstáculo para a paz e ameaçam a viabilidade da solução de dois Estados”, insistiu a nota.
Stano instou Israel a revogar a decisão e tomar medidas para desescalar tensões.
LEIA: Classificação administrativa dos assentamentos israelenses na Cisjordânia ocupada
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Em Gaza, 500 mil estudantes retomam as aulas em salas de aula improvisadas em tendas
- Irã pede que os EUA cumpram acordo-quadro firmado em junho
- 13 soldados iemenitas são mortos em confrontos com os houthis em Taiz e Lahj
- Legisladora dos EUA bloqueia venda de armas de US$ 2,8 bilhões a Israel, diz reportagem
- 37 jornalistas palestinos estão presos em cadeias israelenses, diz grupo de direitos humanos
- Ministro da Cultura de Israel busca revogar cidadania dos diretores do filme “NAZA”
- Likud busca impedir duas listas árabes de disputar as próximas eleições para o Knesset
- Trump prevê fim da guerra com o Irã próximo às eleições legislativas dos EUA, em novembro
- Disputa pelas Ilhas Malvinas volta ao centro das tensões entre Argentina e Reino Unido






