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Exército de Israel planeja destruir fazendas palestinas na Cisjordânia ocupada

Forças israelenses impedem fazendeiros palestinos de acessar suas terras na aldeia de Aqraba, Cisjordânia ocupada, 13 de janeiro de 2021 [Nedal Eshtayah/Agência Anadolu]

Neste domingo (5), o exército israelense entregou notificações a fazendeiros palestinos na aldeia de Battir, nos arredores de Belém, Cisjordânia ocupada, para informá-los que soldados destruirão suas terras e suas videiras.

As informações são da agência Anadolu.

Israel alega que as videiras foram plantadas na chamada Área C — equivalente a 61% da Cisjordânia ocupada, sob pleno controle de segurança e administrativo das autoridades israelenses, conforme os Acordos de Oslo, assinados em 1994.

Entretanto, segundo o ativista local Omar al-Qaisi, as videiras foram plantadas há cinco anos.

Israel não permite a construção de instalações palestinas ou cultivo das terras sem autorização prévia, muito raramente concedida pelas autoridades coloniais.

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Em ocasião distinta, um grupo de colonos ilegais israelenses danificou uma caixa d’água transportada por residentes palestinos de Masafer Yatta, ao sul de Hebron.

No norte do Vale do Jordão, outro grupo de colonos instalou um parque de trailers a alguns metros de distância de uma base militar israelense.

Segundo ativistas palestinos locais, a área é designada “zona militar fechada” há mais de 40 anos, o que demonstra que tais determinações têm como objetivo impedir a presença palestina nas terras para dar lugar a assentamentos ilegais.

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