O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, publicou ontem (29), que Cuba rechaça firmemente os ataques aéreos estadunidenses contra os territórios da Síria e do Iraque ocorridos neste domingo.
O chanceler afirmou que os ataques “constituem uma flagrante violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas”.
https://twitter.com/BrunoRguezP/status/1409836424812285955
De acordo com o Pentágono, as forças militares americanas conduziram “ataques aéreos de precisão defensivos contra instalações usadas por grupos de milícias apoiadas pelo Irã na região da fronteira entre o Iraque e a Síria”.
Na semana passada, a Síria votou a favor da resolução cubana na Assembleia Geral das Nações Unidas e descreveu o bloqueio imposto pelos Estados Unidos contra Cuba como uma “política ilegal e terrorista”.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Israel deve libertar Ávila e Abu Khashk, reporta centro legal Adalah
- Área produtiva do tamanho de Chicago é destruída por Israel, aponta Líbano
- Especialistas da ONU denunciam Israel por sequestro de Ávila e Saif
- Israel mata 25 mulheres e fere 109 no Líbano desde ‘cessar-fogo’, alerta ONU
- Israel mantém restrições de acesso da Cruz Vermelha aos palestinos em custódia
- Israel: O Que Deu Errado? – Entrevista do escritor Omer Bartov a Mohammad Farhan sobre seu livro e o genocídio na Palestina
- 1 em cada 5 amputados em Gaza é criança, alerta ONU em meio à crise de próteses
- Lula publica post cobrando libertação de Thiago Ávila e Abu Keshk
- Mãe de ativista Thiago Ávila morre enquanto filho segue sequestrado por Israel
- Irã, a crise do poder dos EUA e o fim da narrativa imperial






