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Família de ativista palestino morto pela AP busca justiça internacional

Jihan Banat, esposa do ativista político palestino Nizar Banat, morto em custódia da Autoridade Palestina, durante coletiva de imprensa na casa da família em Dura, sul de Hebron (Al Khalil), Cisjordânia ocupada, 28 de junho de 2021 [Mosab Shawer/AFP via Getty Images]

A família do ativista político palestino Nizar Banat, morto em custódia da Autoridade Palestina (AP), na última semana, reivindicou uma investigação local-internacional sobre o caso, reportou nesta segunda-feira (28) a rede Arab48.

Após o lançamento de um comitê de inquérito da AP sobre os eventos que culminaram na morte de Banat, a família realizou uma coletiva de imprensa em Hebron (Al Khalil), sua cidade natal, e anunciou seu repúdio — “pois todas as partes são filiadas à Autoridade Palestina”.

Por que a AP matou Nizar Banat? [Sabaaneh/Monitor do Oriente Médio]

O pai de Banat culpou o premiê palestino Mohammad Shtayyeh e o chefe de seu aparato de segurança, Ziad Hab al-Reeh, pelo assassinato do filho.

“Levaremos o caso de nosso filho à comunidade internacional”, reafirmou. “Não se trata mais de um caso de família ou nacional, mas sim internacional … queremos uma missão local-internacional. Qualquer outra coisa será rejeitada”.

Banat, crítico contumaz da Autoridade Palestina, era candidato nas eleições ao Conselho Legislativo Palestino, canceladas pelo presidente Mahmoud Abbas em maio.

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