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Relatório aponta 337 violações israelenses contra jornalistas palestinos em maio

Jornalistas palestinos protestam contra os ataques a seus colegas na vizinhança anexada ao bairro de Sheikh Jarrah em Jerusalém Oriental, em 28 de maio de 2021. [AHMAD GHARABLI/AFP via Getty Images]

O Sindicato de Jornalistas Palestinos documentou 337 violações israelenses contra jornalistas e imprensa nos territórios palestinos ocupados em maio, incluindo ataques perpetrados durante a ofensiva israelense de 11 dias contra a Faixa de Gaza sitiada.

Em um relatório divulgado ontem, o Sindicato afirmou ter monitorado e documentado 337 violações contra jornalistas, das quais 110 ocorreram em Gaza e 227 na Cisjordânia.

De acordo com o Sindicato, três jornalistas foram mortos durante a ofensiva israelense em Gaza, 41 escritórios e instituições da mídia foram completamente destruídos e 32 foram parcialmente destruídos, enquanto casas de 27 jornalistas foram atingidas com mísseis.

Enquanto isso, na Cisjordânia ocupada e em Jerusalém, 227 violações contra jornalistas foram documentadas, o que incluiu a detenção de jornalistas, impedimento da cobertura da mídia e o ataque deliberado ao pessoal da imprensa.

O sindicato disse que 31 jornalistas foram baleados e feridos, 32 foram sufocados por gás lacrimogêneo e outros foram feridos depois de serem deliberadamente atacados com granadas atordoantes.

O sindicato documentou 12 prisões, 15 casos de confisco e destruição de equipamentos, além de proibirem o acesso dos jornalistas a Jerusalém.

LEIA: Israel, principal inimigo da mídia em 2021

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