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Arábia Saudita condena as ‘violações flagrantes’ dos direitos palestinos por Israel

O ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita, príncipe Faisal bin Farhan Al Saud, em Berlim, Alemanha, em 21 de fevereiro de 2020 [Abdulhamid Hoşbaş/Agência Anadolu]
O ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita, príncipe Faisal bin Farhan Al Saud, em Berlim, Alemanha, em 21 de fevereiro de 2020 [Abdulhamid Hoşbaş/Agência Anadolu]

O ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita condenou no domingo as “flagrantes violações” dos direitos palestinos por Israel e pediu à comunidade internacional que aja urgentemente para encerrar as operações militares, relatou a Reuters.

O príncipe Faisal bin Farhan Al Saud falava em declarações televisionadas no início de uma reunião virtual de emergência da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), de 57 membros, quando as hostilidades entre Israel e militantes em Gaza chegavam ao seu sétimo dia.

O ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita condenou o que chamou de violação da santidade dos locais sagrados islâmicos e a expulsão “forçada” de palestinos de suas casas em Jerusalém Oriental.

Ele exortou a comunidade internacional a cumprir sua responsabilidade para acabar com essa “perigosa escalada”, agir urgentemente para interromper as operações militares e reativar as negociações de paz baseadas em uma solução de dois Estados.

Ataques israelenses antes do amanhecer no centro da Cidade de Gaza no domingo aumentaram o número de mortos em Gaza para 181, incluindo 53 crianças, disseram autoridades de saúde. Israel registrou 10 mortos, incluindo duas crianças.

O grupo militante islâmico Hamas começou seu ataque com foguetes na segunda-feira, após semanas de tensões sobre um processo judicial para despejar várias famílias palestinas em Jerusalém Oriental, e em retaliação aos confrontos da polícia israelense com palestinos perto da Mesquita de Al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã, o mês sagrado do Ramadã.

Israel retaliou com ataques aéreos e de artilharia contra a densamente povoada Gaza.

LEIA: Ong de direitos humanos de Israel denuncia estado por crimes de guerra em Gaza

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