A Malásia condenou nesta sexta-feira (29) a invasão de colonos extremistas israelenses à Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém ocupada, nos dias 24 e 25 de setembro.
As informações são da agência de notícias Anadolu.
Disse o Ministério de Relações Exteriores da Malásia em comunicado:
A incursão orquestrada é mais um ato deliberado do regime israelense para desafiar o status legal e político de Jerusalém e Al-Haram Al-Sharif [Nobre Santuário de Al-Aqsa]
A chancelaria pediu à comunidade internacional para que impeça as agressões em curso, que exacerbam condições já críticas nos territórios palestinos ocupados.
“O Conselho de Segurança das Nações Unidas, em particular, deve agir à altura das responsabilidades previstas por sua Carta de Princípios, ao exigir do governo que suspenda imediatamente todos os atos de provocação e agressão, em nome dos interesses de estabilidade e paz de toda a região”, prosseguiu o comunicado.
O ministério reiterou ainda que os palestinos têm direito a um Estado independente nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital.
LEIA: Mesmos criminosos, outra máscara: 54 anos desde o ataque incendiário a Al-Aqsa
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