O líder do movimento sadrista, Muqtada Al-Sadr, pediu ontem a formação de um “governo de maioria” no Iraque, um dia depois que um tribunal federal aprovou os resultados das eleições parlamentares do país.
“Gostaria de agradecer a todos que contribuíram para esse evento nacional democrático, especificamente o supremo judiciário, o tribunal federal, a comissão eleitoral e a representante especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para o Iraque, Jeanine Plasschaert”, disse Al-Sadr no Twitter.
Ele pediu a “preservação da paz acelerando a formação de um governo de maioria nacional, nem oriental nem ocidental”.
O tribunal superior do Iraque ratificou ontem os resultados das eleições parlamentares do país, que ocorreram em 10 de outubro de 2021. Segundo a lei iraquiana, a ratificação abre caminho para um novo parlamento realizar sua sessão inaugural em 15 dias.
LEIA: Aliança iraquiana Al-Fateh aceita decisão do tribunal sobre os resultados eleitorais
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Irã pede que os EUA cumpram acordo-quadro firmado em junho
- Em Gaza, 500 mil estudantes retomam as aulas em salas de aula improvisadas em tendas
- Legisladora dos EUA bloqueia venda de armas de US$ 2,8 bilhões a Israel, diz reportagem
- 13 soldados iemenitas são mortos em confrontos com os houthis em Taiz e Lahj
- 37 jornalistas palestinos estão presos em cadeias israelenses, diz grupo de direitos humanos
- Ministro da Cultura de Israel busca revogar cidadania dos diretores do filme “NAZA”
- Likud busca impedir duas listas árabes de disputar as próximas eleições para o Knesset
- Trump prevê fim da guerra com o Irã próximo às eleições legislativas dos EUA, em novembro
- Disputa pelas Ilhas Malvinas volta ao centro das tensões entre Argentina e Reino Unido






