O enviado da ONU à Líbia assinalou que, embora tenham sido dados os passos necessários para a realização das eleições em dezembro, ainda é necessário um quadro jurídico oficial. Jan Kubis fez seu comentário em uma reunião de vizinhos da Líbia na Argélia.
Quase três milhões de cidadãos estão registrados para votar nas eleições presidenciais e legislativas propostas na Líbia. O país enfrenta conflitos armados desde 2011, quando o ex-líder Muammar Gaddafi foi derrubado e morto.
O Governo de Acordo Nacional (GNA, na sigla em inglês), apoiado pela Turquia, com base em Trípoli, e o Exército Nacional Líbio (LNA, na sigla em inglês) com base em Benghazi, chefiado pelo renegado Marechal de Campo Khalifa Haftar, lutaram pelo controle do país.
Os dois lados participaram da mediação liderada pela ONU que resultou no cessar-fogo de outubro passado. Um governo interino de unidade nacional está em vigor até as eleições.
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