Reino Unido, Alemanha, França e Itália sugeriram ontem (23) que poderão impor sanções contra quem obstruir o acordo político entre as duas partes em conflito na Líbia.
Em nota conjunta, os quatro países elogiaram os recentes progressos nas negociações líbias, sob mediação da Organização das Nações Unidas (ONU), com anúncio inclusive de uma data para realização de eleições, em dezembro de 2021.
As informações são da rede Libya 24.
O comunicado, enviado à imprensa pelo Ministério de Relações Exteriores da Alemanha, afirma que o consenso entre as partes para conduzir eleições livres é um importante passo na restauração da soberania nacional e da legitimidade democrática das instituições líbias.
A nota enaltece ainda a retomada da produção de petróleo em larga escala no país africano e em negociações para reformar procedimentos de segurança nas instalações petrolíferas.
Por fim, os países europeus exortaram as partes em conflito na Líbia a adotar mecanismos justos e transparentes sobre o uso dos recursos de petróleo, em benefício do povo líbio.
LEIA: Outra mulher é assassinada na Líbia, mas ninguém é responsabilizado
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Defensor de longa data da Palestina, Liam Cunningham critica Ed Sheeran após retirada de Macklemore da turnê
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- ONU afirma que mulheres na Cisjordânia enfrentam riscos maiores em meio à violência e às restrições
- Human Rights Watch e Anistia Internacional pedem à UE que proíba comércio com assentamentos israelenses
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






