A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) advertiu que Israel, como potência ocupante, deve cessar todas as suas medidas unilaterais e ilegais para alterar o status quo histórico de Jerusalém e seus santuários, conforme resolução adotada pelo Conselho Executivo da agência nesta quarta-feira (20).
O conselho aprovou unanimemente a resolução, confirmou o Ministério de Relações Exteriores da Jordânia, que detém tutela de Jerusalém. A medida considera nula toda e qualquer mudança aplicada por Israel na cidade ocupada.
Além disso, apoia expressamente a posição árabe e jordaniana sobre a Cidade Velha e os locais islâmicos e cristãos e reafirma resoluções anteriores aprovadas pelo Conselho Executivo e pelo Comitê de Patrimônio Mundial para Jerusalém.
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Israel ocupou Jerusalém em 1967, na chamada Guerra dos Seis Dias, junto a Cisjordânia e Gaza. Em 1980, anexou ilegalmente toda a cidade — medida jamais reconhecida internacionalmente.
Os palestinos reivindicam Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado.
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