O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, criticou as palavras do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, relacionadas à reforma judicial planejada como: “Interferência flagrante, clara, estúpida e desnecessária”.
Isso aconteceu durante uma reunião interna com membros do partido Likud, informou a agência de notícias Sama sobre notícia divulgada na sexta-feira pelo, jornal israelense Yedioth Ahronoth.
Durante sua reunião com Netanyahu, Blinken insinuou a insatisfação de Washington com a reforma judicial planejada em Israel.
“Construir um consenso em torno de novas propostas é a melhor maneira de garantir que elas sejam aceitas e duradouras”, disse Blinken a Netanyahu.
Blinken também comunicou a Netanyahu durante sua visita a Israel que o relacionamento EUA-Israel “é forte” porque é baseado em interesses e valores compartilhados.
ASSISTA: EUA recusam-se a chamar Cisjordânia de território ocupado
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Genghis Khan está no comando
- Israel está sendo ‘desmantelado’ pela prática do apartheid, diz Tzipi Livni
- Blog ONU deixa a UNRWA isolada e os palestinos vulneráveis ao genocídio
- Hezbollah lança 600 projéteis em 24 horas: mídia israelense
- Pentágono estaria preparando um grande “golpe final” na guerra contra o Irã, diz Axios
- Parlamento iraniano considera impor taxas para “passagem segura” pelo Estreito de Ormuz
- Guerra contra o Irã é mudança radical nas promessas de Trump, diz jornalista americano
- Rússia afirma que ataques às instalações de enriquecimento de urânio do Irã violam o Direito Internacional
- Irã afirma que o Estreito de Ormuz está “aberto”, mas navios temem a passagem
- Colonos israelenses são acusados de agredir sexualmente palestino na frente da família






