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Política de origem libanesa é nomeada Ministra da Cultura da França

Cidadã de raízes libanesas foi indicada ao Ministério da Cultura da França, pelo governo recentemente reeleito do presidente Emmanuel Macron

Rima Abdul Malak, cidadã de raízes libanesas, foi indicada para chefiar o Ministério da Cultura da França, pelo governo recentemente reeleito do presidente Emmanuel Macron.

Abdul Malak serviu como assessora de cultura ao ex-prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, assim como assessora de cultura e comunicações da presidência francesa, desde 2019.

Nascida no Líbano, Abdul Malak tinha dez anos quando seus pais emigraram a Lyon, em virtude da guerra civil no estado levantino, entre 1975 e 1990. Anos depois, graduou-se no Instituto de Ciências Políticas de Lyon e continuou seus estudos em cooperação internacional em Sorbonne.

O Ministério da Cultura da França, contudo, sofre uma persistente crise política, sobretudo nas últimas décadas, como cargo considerado instável. Abdul Malak prometeu superar o problema, ao assumir como primeira tarefa a adoção de políticas para ajudar a classe artística e cultural a recuperar-se do covid-19.

Conforme o website de sua pasta: “Nos últimos dois anos e meio, Abdul Malak trabalhou em contato diário e permanente com Matignon [residência do premiê] e o Ministério da Cultura, para conduzir iniciativas para auxiliar o setor a lidar com a pandemia”.

Recursos de ao menos €2 bilhões (US$2.14 bilhões) foram alocados a essa missão, incluindo uma proposta de Macron para construir um “metaverso europeu”, a fim de conferir apoio a empreendimentos criativos da classe artística.

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