O Ministério de Relações Exteriores do Catar condenou o que descreveu como “ataques contínuos executados por soldados e colonos da ocupação israelense contra os palestinos na cidade ocupada de Nablus”, no norte da Cisjordânia.
“Os ataques israelenses são uma continuidade de seus crimes brutais contra o povo palestino”, enfatizou a chancelaria em nota, ao descrever tais agressões como “violação flagrante das leis internacionais e dos direitos humanos”.
O comunicado exortou a comunidade internacional a “agir imediatamente para impedir os ataques israelenses contra os palestinos” e destacou a posição do Catar sobre o direito palestino de estabelecer um estado independente.
Dezenas de palestinos ficaram feridos nos últimos dias, em uma escalada de confrontos com as forças da ocupação em Burqa, após ataques de colonos contra residências locais.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- 3 mortos em ataque aéreo israelense que atingiu carro no sul do Líbano antes de negociações entre o Líbano e Israel, organizadas pelos EUA
- Patriarcado Latino de Jerusalém apresenta queixa sobre invasões de terras pertencentes à Igreja na Cisjordânia por ocupantes israelenses
- Itália é a favor de restrições às importações de países ocupados por Israel na Cisjordânia, diz alto funcionário
- Obrigação de falar. antes que o mundo mergulhe na escuridão
- Defesa aérea ativada em Teerã: mídia iraniana
- Grupo de direitos humanos afirma que 90 mulheres palestinas estão detidas em prisões israelenses
- Autoridades russas detêm viajantes israelenses no aeroporto de Moscou
- Brasil insta o Conselho de Segurança da ONU a acabar com a “loucura da guerra”
- Islamofobia persiste e se espalha por diferentes esferas da vida de mulheres muçulmanas no Brasil
- Reino Unido proíbe entrada de influenciadora anti-muçulmana Valentina Gomez, aclamada como uma “verdadeira guerreira” em Israel.






