O poderoso clérigo xiita Muqtada al-Sadr sugeriu hoje (1°) a formação de um governo de “maioria nacional” no Iraque, capaz de agregar também a oposição.
“Vejo que a primeira coisa que precisamos fazer pela pátria é formar um governo de maioria nacional”, declarou al-Sadr no Twitter.
Segundo o líder religioso, o parlamento tem de ser composto por “dois partidos governistas”, um dos quais responsável por reunir o governo e assumir reformas em todos os níveis, além de um “partido de oposição”, conforme os pressupostos da democracia.
De acordo com os resultados preliminares das eleições de 10 de outubro, o bloco sadrista venceu a maioria das 329 vagas do parlamento, seguido pelo bloco Taqaddoum.
Todavia, nenhum partido venceu a maioria absoluta dos assentos.
É preciso, portanto, um acordo de coalizão para determinar o gabinete iraquiano.
LEIA: Comissão eleitoral do Iraque aceita sete recursos contra 174 rejeitados
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Mulher palestina dá à luz na prisão de Damon, em Israel, após ser presa durante a gravidez
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Irã emite plano de defesa passiva para 3 cenários, incluindo uma guerra em grande escala
- Relatório: Exército israelense enfrenta déficit de US$ 13,1 bilhões enquanto estoques de armas sofrem pressão
- Chefe do Exército israelense ordena investigação sobre documentário que revela ataques em Gaza com auxílio de IA
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






