O movimento da resistência palestina Jihad Islâmica alertou Israel nesta terça-feira (7) para não ferir os seis prisioneiros que escaparam da penitenciária de Gilboa ou outros detentos ainda em custódia, reportou a imprensa local.
“Ferir os prisioneiros é uma linha vermelha”, destacou um porta-voz das Brigadas al-Quds, braço militar do grupo. “A ocupação deve considerar com cautela o que dizemos e compreender que estamos prontos e somos capazes de protegê-los por todos os meios”.
Os fugitivos — cinco dos quais membros da Jihad Islâmica — foram descritos como “herois”.
“Tomaram sua liberdade apesar da vontade de seus carcereiros”, declarou o porta-voz na cidade de Jenin, Cisjordânia ocupada.
Segundo seu alerta, combatentes das facções palestinas em Jenin estão prontos para defender a cidade, caso ocorra qualquer incursão de Israel em busca dos prisioneiros.
As Brigadas al-Quds insistiram que sua resposta a qualquer agressão da ocupação aos palestinos em fuga “será mais rápida do que espera Israel”.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Fluxo humanitário a Gaza cai drasticamente em meio a restrições de travessia
- TotalEnergies paralisa produção de petróleo nos Emirados, Catar e Iraque
- África do Sul analisa resposta de Israel em caso de genocídio no TIJ sobre Gaza
- Chefe da ONU diz que muçulmanos enfrentam discriminação e pede ação para combater a islamofobia
- Espanha condena escalada ‘inaceitável’ de violência na Cisjordânia ocupada
- França “não pode aprovar” ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, diz ministro das Relações Exteriores
- Bilionário emiradense repreende senador americano por pedir que os países do Golfo se unam à guerra contra o Irã
- Aramco alerta para consequências “catastróficas” para o mercado de petróleo se o fechamento do Estreito de Ormuz persistir
- Autoridade israelense reage a Trump: a guerra ainda não terminou
- Anistia acusa Israel de destruir os serviços de saúde reprodutiva em Gaza






