O Ministro do Trabalho da Autoridade Palestina (AP) Nasri Abu Jaish decidiu permanecer em seu cargo após sua demissão ter sido rejeitada duas vezes, mas seu partido anunciou sua retirada do governo.
Abu Jaish apresentou sua demissão duas vezes ao primeiro-ministro Mohammad Shtayyeh, após o assassinato do ativista anti-AP Nizar Banat no mês passado.
Ele acusou o governo de não respeitar a lei e as liberdades públicas após sua violenta repressão contra os manifestantes pacíficos que saíram às ruas para protestar contra o assassinato de Banat.
Enquanto isso, o Partido do Povo Palestino, que é o partido do ministro, anunciou sua retirada do governo e declarou que Abu Jaish não é mais um membro.
LEIA: Ministro da AP vai renunciar após protestos pelo assassinato de ativista
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Trump diz ter concordado em conversar com o Irã em meio a ataques
- Justificativas Mendazes: As mentiras por trás da Operação Rugido do Leão
- Irã afirma que ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad foi morto em ataque com mísseis
- Irã lança ataques retaliatórios a países com bases americanas e deixa dezenas de mortos
- Ministro das Relações Exteriores iraniano afirma que Teerã está aberta a “esforços sérios” para conter a escalada
- O Irã diante da diplomacia armada do imperialismo
- Linchamento israelense no estilo da Ku Klux Klan na Cisjordânia ocupada deixa adolescente americano morto
- Grupo pan-islâmico realizará reunião de emergência na quinta-feira para discutir decisões israelenses “inválidas” na Cisjordânia
- Líbano é alertado sobre possível intervenção do Hezbollah ao lado do Irã em caso de ataque dos EUA
- Vila da Cisjordânia tem mesquita incendiada e pichações racistas






