O primeiro-ministro da Autoridade Palestina pediu na segunda-feira que o secretário-geral da ONU, António Guterres, acrescentasse Israel à “lista da vergonha” por suas violações dos direitos das crianças, informou a Anadolu.
Mohammad Shtayyeh disse em sua reunião semanal de gabinete na cidade ocupada da Cisjordânia, Ramallah, que Israel já assassinou muitas crianças palestinas somente durante os últimos dois meses.
“De fato, Israel nunca parou de matar nossas crianças”, disse Shtayyeh. Ele ressaltou que a última vítima foi um menino de 16 anos, morto pelo exército israelense em 17 de junho. “Israel deve ser responsabilizado por seus crimes”.
Uma trégua negociada no mês passado por alguns países árabes e pela ONU, e apoiada pelos EUA, encerrou os onze dias da última ofensiva militar israelense contra os palestinos na Faixa de Gaza sitiada. Pelo menos 260 pessoas, incluindo 16 mulheres e 66 crianças, foram mortas. Outros 29 palestinos foram mortos pelos israelenses na Cisjordânia ocupada.
LEIA: ‘Colocando batom em um porco’: por que Washington está bajulando o novo governo de Israel?
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Defensor de longa data da Palestina, Liam Cunningham critica Ed Sheeran após retirada de Macklemore da turnê
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- ONU afirma que mulheres na Cisjordânia enfrentam riscos maiores em meio à violência e às restrições
- Human Rights Watch e Anistia Internacional pedem à UE que proíba comércio com assentamentos israelenses
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






