Voos de carreira da Rússia a balneários egípcios devem ser retomados nos próximos dias, após anos de interrupção, reportou Mikhail Poluboyarinov, diretor-executivo da companhia russa Aeroflot, na sexta-feira (4), segundo a agência de notícias Interfax.
“Entendemos que há grande disposição para retomar dois outros destinos [ao Egito], isto é, Hurghada e Sharm el-Sheikh, mas ainda não sabemos quando e como será feito”, confirmou Poluboyarinov à agência Reuters.
Voos a ambas as estâncias turísticas foram suspensos após a queda de um avião de carreira russo no Sinai, em outubro de 2015, resultando na morte de 224 pessoas.
O avião da companhia Metrojet levava turistas russos de Sharm el-Sheikh a São Petersburgo, quando foi abatido na Península do Sinai — todos os passageiros morreram. Um grupo filiado ao Estado Islâmico (Daesh) assumiu responsabilidade pelo ataque.
LEIA: Egito agradece a mediação da Rússia na disputa da barragem na Etiópia
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Trump sugere “acabar com o que restou” do Irã
- Manifestantes pedem que universidade de Bruxelas rompa parceria com empresa israelense ligada à defesa
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Primeiro-ministro britânico pede a demissão de ministro sombra por comentários sobre muçulmanos rezando em público
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






