Forças da ocupação israelense mataram até então 230 palestinos em Gaza, desde o início da ofensiva militar em curso, incluindo 65 menores de idade, 39 mulheres e 17 idosos, reportou o Ministério da Saúde local nesta quinta-feira (20).
Desde 10 de maio, Israel mantém uma campanha aérea intensiva contra a Faixa de Gaza.
A maioria das vítimas foi morta quando ataques aéreos atingiram suas residências sem qualquer alerta.
Ao menos 1.710 palestinos ficaram feridos, incluindo 55 em estado grave. Dentre os quais, 470 são crianças e 310 mulheres.
Eyad Salha, sua esposa grávida e sua filha pequena foram assassinados por um ataque israelense que atingiu sua casa na noite de quarta-feira (19). Salha era deficiente e usuário de cadeira de rodas há catorze anos.
Ao menos doze famílias, observou o ministério, foram completamente aniquiladas.
LEIA: Demitir trabalhadores árabes por sua solidariedade com Gaza é ‘ilegal’, diz grupo de direitos
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Israel mata ao menos 37 em Gaza, em novas violações do cessar-fogo
- Blog A neutralidade põe em risco organizações assistenciais
- Albaneses protestam contra visita de seu primeiro-ministro a Israel
- Ong egípcia alerta contra controle militar sobre o setor pesqueiro
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA






