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Israel aprova 540 unidades de assentamentos em Jerusalém Oriental

Visão geral de Ma'ale Adumim, assentamento israelense ilegal a sete quilômetros de Jerusalém com uma população de aproximadamente 70 mil pessoas. Estima-se que quase meio milhão de judeus vivem em mais de 250 assentamentos ilegais, em Jerusalém, em 16 de março de 2021. [Mostafa Alkharouf / Agência Anadolu]
Visão geral de Ma'ale Adumim, assentamento israelense ilegal a sete quilômetros de Jerusalém com uma população de aproximadamente 70 mil pessoas. Estima-se que quase meio milhão de judeus vivem em mais de 250 assentamentos ilegais, em Jerusalém, em 16 de março de 2021. [Mostafa Alkharouf / Agência Anadolu]

Israel aprovou ontem a construção de centenas de unidades de assentamentos ilegais em Jerusalém Oriental ocupada, pela primeira vez desde que o presidente americano Joe Biden tomou posse em janeiro, relata Haaertz.

Segundo o relatório, as 540 unidades habitacionais propostas serão construídas nos bairros palestinos de Beit Safafa e Sharafat, e criarão continuidade territorial entre os dois principais assentamentos de Har Homa e Givat Hamatos ao sul de Jerusalém Oriental ocupada.

A Autoridade Palestina condenou a decisão israelense, com o porta-voz presidencial Nabil Abu Rudeineh dizendo em uma declaração que esta decisão é “condenada e rejeitada”.

“Ela viola todas as resoluções das Nações Unidas que condenam os assentamentos, especialmente a Resolução 2334 que afirmava que todas as formas de assentamentos em terras palestinas são ilegais”, disse Abu Rudeineh.

LEIA: Israel desafia Biden, constrói novas unidades de assentamento em Jerusalém

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