O primeiro-ministro da Etiópia disse que medidas de retaliação estão em curso na zona Wollega Ocidental da região mais populosa de Oromia do país, onde pelo menos vinte e oito civis inocentes foram massacrados no final da quarta-feira, relata a Agência Anadolu.
Segundo informações, pistoleiros pertencentes a um grupo dissidente da Frente de Libertação Oromo massacraram os civis identificados como sendo da etnia Amharas.
O primeiro-ministro Abiy Ahmed tuitou que em um momento em que o mundo está lutando com a pandemia da COVID-19, tais atos não se somarão à “Etiópia que queremos”.
Ele condenou o ato atroz e mandou suas condolências às famílias dos falecidos.
“Devemos trabalhar em colaboração para levar os criminosos à justiça e também para pôr fim a tais assassinatos”, disse ele.
Nos últimos anos, o país do Corno da África tem visto repetidos ataques contra civis nas zonas Wollega Ocidental e Metekel da região de Benishangul-Gumuz, na fronteira com o Sudão.
LEIA: A Etiópia deve levar em consideração os direitos à água do Nilo dos países a jusante
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