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Empreiteiro americano morre de infarto após ataque de foguetes no Iraque

Helicópteros Apache Longbow, do exército dos Estados Unidos, enfileirados na base aérea de Ain al-Assad, no Iraque, 7 de janeiro de 2004 [Suzanne Jenkins/Força Aérea dos Estados Unidos]
Helicópteros Apache Longbow, do exército dos Estados Unidos, enfileirados na base aérea de Ain al-Assad, no Iraque, 7 de janeiro de 2004 [Suzanne Jenkins/Força Aérea dos Estados Unidos]

Um empreiteiro civil americano morreu de ataque cardíaco nesta quarta-feira (3), logo após um ataque de foguetes contra a base aérea de Ain al-Assad, que abriga forças dos Estados Unidos, no oeste do Iraque, reportou o Pentágono.

Segundo fontes americanas e iraquianas, ao menos dez foguetes atingiram a base, embora sem baixas confirmadas entre as forças da coalizão estacionadas no local.

A base situa-se na área de Al-Baghdadi, na província de Ambar, e foi atacada em torno das 7h20 do horário local, declarou o coronel Wayne Marotto, porta-voz da coalizão.

O ataque ocorreu apenas uma semana após o Presidente dos Estados Unidos Joe Biden ordenar sua primeira ação militar desde janeiro último, quando tomou posse.

A ofensiva aérea contra a fronteira sírio-iraquiana foi uma “resposta autorizada” a recentes ataques de grupos paramilitares ligados ao Irã contra forças dos Estados Unidos posicionadas no território iraquiano.

As baixas são disputadas. Alguns relatos indicam 22 mortos, mas as Forças de Mobilização Popular (FMP), que recebe apoio de Teerã, alegaram que apenas um combatente foi morto, identificado como o militante sunita Rahi Salam Zayed.

A Secretária de Imprensa da Casa Branca Jen Psaki confirmou que o governo Biden está analisando o impacto do mais recente atentado e pode considerar novas ações em represália. Até então, nenhum grupo reivindicou responsabilidade.

Em 2020, a mesma base tornou-se alvo de mísseis disparados pela Guarda Revolucionária do Irã, em resposta ao ataque a drone que matou o general iraniano Qasem Soleimani e Abu Mahdi al-Muhandis, vice-comandante da FMP, sob ordens do ex-presidente Donald Trump.

LEIA: Chanceler do Iraque retorna ao Irã para conversar com líderes do país

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