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Palestina afirma que cem mil testes de vírus foram danificados por Israel

Agente do Ministério da Saúde Palestino coleta uma amostra nasal para um teste de reação ao coronavírus na cidade de Gaza, Gaza em 21 de setembro de 2020 [Ali Jadallah / Agência Anadolu]
Agente do Ministério da Saúde Palestino coleta uma amostra nasal para um teste de reação ao coronavírus na cidade de Gaza, Gaza em 21 de setembro de 2020 [Ali Jadallah / Agência Anadolu]

A ministra palestina da Saúde, Mai al-Kailah, acusou na terça-feira Israel de danificar 100.000 amostras de coronavírus ao impedir a passagem de materiais clínicos da Jordânia para a Cisjordânia.

Em declarações à Rádio Voz da Palestina oficial, al-Kailah disse que as medidas israelenses causaram uma escassez de material necessário para testar o vírus.

“O que está disponível no ministério é suficiente para realizar exames por apenas três dias”, disse ela, acrescentando que havia “promessas” de que o próximo lote de cotonetes chegará até quarta-feira.

Não houve comentários das autoridades israelenses sobre a acusação.

Israel controla a passagem na fronteira de Al-Karama, o único ponto de travessia entre a Cisjordânia e a Jordânia.

Na terça-feira, as autoridades de saúde palestinas registraram cinco mortes e 557 novas infecções por vírus, elevando a contagem para 46.634, incluindo 314 mortes e 33.602 recuperações.

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