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Gantz insiste que prazo de 1° de julho para anexação não é ‘sagrado’

‘Qualquer coisa não relacionada ao coronavírus deve esperar’, destacou Benny Gantz

O Ministro da Defesa de Israel Benny Gantz afirmou nesta segunda-feira (29) que o prazo de 1° de julho estabelecido pelo Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu para seu plano de anexação não é “sagrado”, segundo informações da mídia local.

“Qualquer coisa não relacionada ao coronavírus deve esperar”, destacou Gantz.

O ministro israelense fez tais comentários logo antes de reunião com Avi Berkowitz, enviado especial do Presidente dos Estados Unidos Donald Trump, e David Friedman, embaixador americano em Israel. O “acordo do século” estava na pauta.

Gantz reiterou a oficiais americanos que, antes da anexação ser implementada, “as pessoas devem retornar a seus empregos e o coronavírus deve ser solucionado”.

O atual ministro e ex-adversário de Netanyahu descreveu o plano de Trump como “movimento histórico que constitui o correto e a melhor conjuntura para promover a paz no Oriente Médio”.

Segundo o jornal israelense Haaretz, Gantz prosseguiu ao afirmar que o acordo deve avançar junto de parceiros estratégicos na região e palestinos, a fim de “alcançar um desenho capaz de beneficiar todos os lados de modo proporcional, responsável e recíproco”.

LEIA: Netanyahu e Gantz discordam sobre começar anexação da Cisjordânia

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