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Companhia aérea Emirates demite pilotos de treinamento e tripulação de cabine

Aviões da companhia aérea Emirates no Aeroporto Internacional de Dubai, Emirados Árabes Unidos, 23 de setembro de 2007 [Imre Solt/Wikipedia]
Aviões da companhia aérea Emirates no Aeroporto Internacional de Dubai, Emirados Árabes Unidos, 23 de setembro de 2007 [Imre Solt/Wikipedia]

A companhia aérea Emirates alegou hoje (31) que a manutenção do contrato de parte de sua equipe tornou-se redundante devido ao impacto da pandemia de coronavírus. Duas fontes da empresa relataram que pilotos de treinamento e funcionários da tripulação de cabine foram dispensados sob este pretexto, reportou a agência Reuters.

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“Revimos todos os cenários possíveis a fim de sustentar nossas operações de negócios, mas chegamos à conclusão de que infelizmente temos de dizer adeus a alguns de nossos maravilhosos colaboradores”, afirmou uma porta-voz da Emirates. Prosseguiu:

“A empresa está fazendo tudo o possível para proteger sua mão de obra, onde quer que seja.”

A companhia aérea de propriedade estatal, que possui aproximadamente 60.000 empregados e é parte do grupo corporativo Emirates, não detalhou quantos funcionários foram afetados pela campanha de demissões.

Previamente, em 10 de maio, a Emirates relatou que um compromisso do governo de Dubai para conceder “injeções de equidade” lhe permitiria preservar sua mão de obra qualificada.

Os serviços de aeroporto da Associação Nacional de Transporte Aéreo de Dubai (dnata), subsidiária do grupo Emirates, também demitiu parte de sua equipe e impôs licença não remunerada a milhares de outros funcionários.

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