Autoridades sudanesas planejam entregar membros da Irmandade Muçulmana do Egito a autoridades do Cairo, relatou o jornal emiradense Al-Ittihad, mencionando fontes de segurança egípcias em anonimato.
Os cidadãos egípcios, supostamente membros da Irmandade Muçulmana, organização banida pelo governo do Egito, em 2014, foram presos no Sudão em fevereiro, a caminho da Turquia.
A reportagem acrescentou que os cidadãos egípcios incluem cinco membros do movimento Hasm, fundado por Mohamed Kamal, ex-líder da Irmandade Muçulmana. O Egito considera o movimento um braço violento da organização política.
Mohamed Al-Halwagi, figura de liderança dentro da Irmandade Muçulmana, incumbido de lidar com a situação no Sudão, costumava manter relações e coordenar atividades com autoridades de Cartum, durante o governo do ex-presidente Omar Al-Bashir.
Desde a deposição de Al-Bashir, em 2019, diversos membros da Irmandade Muçulmana foram presos no Sudão. O governo egípcio do Presidente Abdel Fatah el-Sisi requisitou que Cartum entregue os detidos ao Egito.
LEIA: Egito exerce pressão para depor o Primeiro-Ministro do Sudão
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Defensor de longa data da Palestina, Liam Cunningham critica Ed Sheeran após retirada de Macklemore da turnê
- Human Rights Watch e Anistia Internacional pedem à UE que proíba comércio com assentamentos israelenses
- ONU afirma que mulheres na Cisjordânia enfrentam riscos maiores em meio à violência e às restrições
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






