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Mohamed Salah, do Egito, é o primeiro embaixador do programa das escolas de refugiados da ONU

Mohamed Salah, do Liverpool, posa para uma foto depois de ter sido eleito o melhor jogador do torneio durante a cerimônia do final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA Qatar 2019, com a partida entre o Liverpool FC e o CR Flamengo, no Khalifa International Stadium em Doha, Catar, no dia 21 de dezembro de 2019. [Mohammed Dabbous /Anadolu Agency]

O astro de futebol egípcio e do Liverpool, Mohamed Salahm, foi nomeado o primeiro embaixador do programa das Escolas da Rede Instantânea ( Instant Network Schools) da ONU, que visa conectar jovens refugiados e estudantes do país anfitrião a uma educação on-line de alta qualidade. A partir deste ano, 20 novas escolas da Rede Instantânea serão lançadas, com a abertura no Egito natal de Salah pela primeira vez.

Segundo uma declaração do ACNUR, Salah apoiará o programa através de aparições públicas nas escolas participantes da iniciativa. Ele também ajudará a aumentar a conscientização sobre a necessidade e a importância de uma educação de qualidade para as crianças refugiadas e a investir mais em tecnologia que conecte os alunos com o mundo exterior, o que lhes proporcionará mais oportunidades para moldar seu futuro.

“Ser embaixador deste projeto me deixa orgulhoso”, disse Salah em um evento de lançamento em Londres. “A educação oferece uma chance muito melhor na vida. Depois de ter isso, ninguém pode tirar de você.

O programa Instant Network Schools foi criado em 2013 como uma parceria entre a Fundação Vodafone e o ACNUR. O objetivo é dar uma educação de qualidade a 500.000 estudantes refugiados e do país anfitrião até 2025.

Mais de 50% dos 65,3 milhões de deslocados do mundo são crianças. O tempo médio de deslocamento de alguém é de 20 anos, o que significa que uma criança pode nascer, criar e passar a vida escolar dentro do ambiente limitado dos campos de refugiados.

Os refugiados e requerentes de asilo no Egito são predominantemente da Eritreia, Etiópia, Iraque, Sudão do Sul, Sudão, Síria e Iêmen. O governo concede aos refugiados e requerentes de asilo de todas as nacionalidades acesso à atenção primária e secundária à saúde, a par dos cidadãos egípcios.

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