Nesta quinta-feira (13), o Ministério das Relações Exteriores da Jordânia advertiu Israel contra a restrição de acesso à Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém ocupada e a redução do número de pessoas que podem participar das festividades do Sábado de Aleluia.
Segundo a agência oficial Petra, Sinan Majali, porta-voz do ministério, condenou as medidas da ocupação destinadas a restringir o direito de acesso ao santuário cristão.
Majali reiterou que Israel, como potência ocupante, deve respeitar o status histórico e legal de Jerusalém e suas santidades, e abdicar de medidas restritivas contra a liberdade de culto.
A chancelaria destacou ainda que Amã continuará a proteger os santuários e o status histórico e legal da cidade de Jerusalém, para que seja um símbolo de paz, tolerância e harmonia.
As restrições aos cristãos no período da Páscoa coincidem com ataques contra muçulmanos no Ramadã, em particular no complexo da Mesquita de Al-Aqsa, também em Jerusalém.
LEIA: Jerusalém ocupada vive escalada de crimes de ódio contra cristãos
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