Um tribunal egípcio sentenciou ontem 67 pessoas à prisão perpétua e outras nove a 15 anos de prisão por filmar uma base aérea e alvejar instalações vitais.
O tribunal também concedeu penas de prisão de sete anos a 66 réus e de 15 anos a outro.
O tribunal sentenciou quatro jovens a três anos de prisão e desistiu do caso contra dois outros, porque eles morreram antes da sentença.
Em 2018, um tribunal egípcio iniciou o julgamento de 170 supostos elementos do Daesh sob a acusação de matar o deputado da delegacia de Faisal em Suez, colocando um artefato explosivo perto de um cinema, visando veículos do exército, o gasoduto da Suez Petroleum Company e um navio no canal, entre outras acusações.
A acusação incluiu também a obtenção, por meios ilegais, de um dos segredos de defesa do país por meio de fotos com celular, em referência à Base Aérea de Belbeis, em preparação para alvejá-la.
LEIA: Relatório de direitos acusa prisão egípcia de morte de presidiário
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