A batalha do chamada Exército Nacional da Líbia (ENL), grupo de forças paramilitares, não terá fim até que “sejam restaurados o prestígio, as fronteiras, bases militares e águas territoriais” do país, reafirmou na terça-feira (6) seu comandante, Khalifa Haftar.
“Qualquer tentativa contra nosso exército é inaceitável”, declarou Haftar a seus soldados durante um fórum militar, ao afirmar que suas tropas tornaram-se “mais fortes”.
Haftar enalteceu “os esforços das tropas nos últimos sete anos”, ao convocá-las a manter prontidão para “conduzir qualquer missão, em qualquer momento, com força e precisão”.
“As forças do ENL são a garantia da estabilidade social, econômica e política da Líbia”, alegou.
Segundo o general renegado, o objetivo de seus esforços de combate é “dar fim a atos violentos conduzidos por militantes ilegais e grupos armados, encerrar a presença de combatentes estrangeiros e conceder segurança aos habitantes”.
As milícias de Haftar, com sede no leste do país norte-africano, disputam poder com o governo central, reconhecido internacionalmente, sediado na capital Trípoli.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Defensor de longa data da Palestina, Liam Cunningham critica Ed Sheeran após retirada de Macklemore da turnê
- ONU afirma que mulheres na Cisjordânia enfrentam riscos maiores em meio à violência e às restrições
- Human Rights Watch e Anistia Internacional pedem à UE que proíba comércio com assentamentos israelenses
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






