O Ministério do Interior iraquiano revelou ontem que mais de 28.600 integrantes de suas forças foram mortas desde a derrubada do regime do falecido presidente Saddam Hussein em 2003.
O diretor de assuntos sobre e feridos do Ministério do Interior, Zamil Al-Saadi, disse que o ministério têve essas perdas desde 2003 até agora, acrescentando que o número de feridos é três vezes maior que o número de mortos.
Em 2003, forças internacionais lideradas pelos Estados Unidos derrubaram o regime de Saddam Hussein deixando o país no caos que levou à guerra civil e ao surgimento da Al-Qaeda e Daesh.
A maioria dos soldados foi morta durante a guerra contra o Daesh de 2014 a 2017.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Rússia afirma que ataques às instalações de enriquecimento de urânio do Irã violam o Direito Internacional
- Irã alerta que infraestrutura energética regional será “alvo legítimo” se suas próprias instalações forem atingidas
- Reino Unido rejeita alegação de Israel de que o Irã poderia atingir Londres.
- A destruição da infraestrutura israelense no sul do Líbano pode preceder uma invasão terrestre, alerta o presidente libanês.
- Parlamento iraniano considera impor taxas para “passagem segura” pelo Estreito de Ormuz
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Quando a diplomacia se aproxima do limiar: O que duas guerras em nove meses revelam sobre como a guerra com o Irã terminará
- Israel planeja ocupar a primeira linha de aldeias no sul do Líbano, diz mídia
- A explosão dentro da máquina de guerra de Trump: Joe Kent renuncia
- Macron rejeita envio de marinha para Hormuz enquanto a Europa pressiona Trump para interromper a guerra






