George Awad, patriarca da comunidade cristã ortodoxa em Jerusalém, afirmou ontem (6) que houve um “declínio significativo” no número de cristãos na Palestina, em particular nos territórios ocupados de Jerusalém e norte da Cisjordânia.
“Há aproximadamente 53.000 cristãos em Jerusalém Oriental e norte da Cisjordânia,” relatou Awad à rede de notícias Al-Watan Voice, observando que declínio é resultado de “medidas da ocupação israelense, que incluem o impedimento a rituais e práticas religiosas.”
“A ocupação israelense chantageia sistematicamente não somente os cristãos, mas também os muçulmanos, de modo que, por vezes, os autoriza a entrarem em Jerusalém, embora costume não fazê-lo,” acrescentou o líder religioso.
George Awad ainda agradeceu a Autoridade Palestina (AP) por “não discriminar entre cristãos e muçulmanos.”
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Defensor de longa data da Palestina, Liam Cunningham critica Ed Sheeran após retirada de Macklemore da turnê
- ONU afirma que mulheres na Cisjordânia enfrentam riscos maiores em meio à violência e às restrições
- Human Rights Watch e Anistia Internacional pedem à UE que proíba comércio com assentamentos israelenses
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






