Uma campanha que pede a libertação do prisioneiro palestino Marwan Barghouti afirmou que ele tem sido submetido a agressões “brutais” dentro de prisões israelenses, alegando que foi espancado três vezes em menos de um mês.
Em um comunicado, a Campanha Popular pela Libertação de Barghouti e Outros Prisioneiros disse que ele foi recentemente submetido a novos ataques enquanto estava em isolamento na Prisão de Megido, no norte, e na Prisão de Ramon, no sul, às vésperas do 24º aniversário de sua prisão.
Barghouti, um membro importante do movimento Fatah, foi preso por Israel em abril de 2002 e posteriormente condenado pelo Estado ocupante por assassinato e tentativa de assassinato. Ele cumpre cinco penas de prisão perpétua e continua sendo uma figura muito popular entre os palestinos.
A campanha afirmou que Barghouti contou ao seu advogado, que o visitou no domingo e não foi identificado, que foi submetido a “agressões físicas brutais” nas últimas semanas. Acrescentou que “unidades de repressão” da prisão o espancaram três vezes, em 24 de março, 25 de março e 8 de abril, usando vários métodos de força e causando múltiplos ferimentos e sangramentos por todo o corpo, sem fornecer tratamento médico.
O grupo afirmou que Barghouti também foi submetido ao que descreveu como um padrão sistemático de agressões que continua desde o início da guerra em Gaza.
A campanha apelou a organizações internacionais e de direitos humanos para que intervenham a fim de proteger Barghouti e outros prisioneiros.







