Mais de 36.000 americanos retornaram do Oriente Médio desde 28 de fevereiro

44 minutos ago

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Os ataques com mísseis lançados pelo Irã em retaliação aos ataques conjuntos entre Estados Unidos e Israel continuam, com intensos lançamentos de mísseis iranianos visíveis nos céus da província de Quneitra, na Síria, em 6 de março de 2026. [Enver Asfur – Agência Anadolu]

Mais de 36.000 cidadãos americanos retornaram em segurança aos EUA vindos do Oriente Médio desde 28 de fevereiro, quando a guerra com o Irã começou, informou o Departamento de Estado dos EUA na segunda-feira, segundo a Anadolu.

Em um comunicado, o Secretário de Estado Adjunto para Assuntos Consulares, Dylan Johnson, afirmou que o departamento realizou mais de duas dezenas de voos fretados e evacuou milhares de americanos da região.

Embora a disponibilidade de voos comerciais na região esteja melhorando, o departamento informou que as opções de voos fretados e transporte terrestre continuam em operação.

“A disponibilidade de assentos nas opções de voos fretados do Departamento é significativamente maior do que a demanda de americanos na região”, disse Johnson, acrescentando que muitos cidadãos americanos continuam a deixar o país utilizando voos comerciais.

Por meio da força-tarefa 24 horas do departamento, as autoridades afirmaram ter auxiliado diretamente mais de 23.000 americanos no exterior, fornecendo orientações de segurança e assistência de viagem.

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O departamento solicitou aos cidadãos americanos em Omã, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Arábia Saudita e Israel que precisem de ajuda para deixar a região que preencham o formulário de solicitação de assistência emergencial.

O relatório surge em meio a uma série de ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro, que já mataram mais de 1.200 pessoas, incluindo o Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, mais de 150 estudantes e altos oficiais militares.

O Irã retaliou com bombardeios contra bases americanas, instalações diplomáticas e militares na região, além de diversas cidades israelenses. Pelo menos sete militares americanos foram mortos.

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