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Mais de 36.000 americanos retornaram do Oriente Médio desde 28 de fevereiro

11 de março de 2026, às 00h14

Os ataques com mísseis lançados pelo Irã em retaliação aos ataques conjuntos entre Estados Unidos e Israel continuam, com intensos lançamentos de mísseis iranianos visíveis nos céus da província de Quneitra, na Síria, em 6 de março de 2026. [Enver Asfur – Agência Anadolu]

Mais de 36.000 cidadãos americanos retornaram em segurança aos EUA vindos do Oriente Médio desde 28 de fevereiro, quando a guerra com o Irã começou, informou o Departamento de Estado dos EUA na segunda-feira, segundo a Anadolu.

Em um comunicado, o Secretário de Estado Adjunto para Assuntos Consulares, Dylan Johnson, afirmou que o departamento realizou mais de duas dezenas de voos fretados e evacuou milhares de americanos da região.

Embora a disponibilidade de voos comerciais na região esteja melhorando, o departamento informou que as opções de voos fretados e transporte terrestre continuam em operação.

“A disponibilidade de assentos nas opções de voos fretados do Departamento é significativamente maior do que a demanda de americanos na região”, disse Johnson, acrescentando que muitos cidadãos americanos continuam a deixar o país utilizando voos comerciais.

Por meio da força-tarefa 24 horas do departamento, as autoridades afirmaram ter auxiliado diretamente mais de 23.000 americanos no exterior, fornecendo orientações de segurança e assistência de viagem.

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O departamento solicitou aos cidadãos americanos em Omã, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Arábia Saudita e Israel que precisem de ajuda para deixar a região que preencham o formulário de solicitação de assistência emergencial.

O relatório surge em meio a uma série de ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro, que já mataram mais de 1.200 pessoas, incluindo o Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, mais de 150 estudantes e altos oficiais militares.

O Irã retaliou com bombardeios contra bases americanas, instalações diplomáticas e militares na região, além de diversas cidades israelenses. Pelo menos sete militares americanos foram mortos.