O Ministério de Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos (EAU) informou nesta quarta-feira (5) ter obtido êxito em mediar de um novo acordo de troca de prisioneiros entre Rússia e Ucrânia, somando 300 prisioneiros de guerra de ambos os lados.
Segundo a chancelaria em Abu Dhabi, cada lado entregou 150 reféns, totalizando 2.883 prisioneiros libertados via mediação emiradense. De acordo com a pasta, desde janeiro de 2024, foram 12 mediações bem-sucedidas.
Os Emirados saudaram a cooperação russo-ucraniana e agradeceram a confiança.
Os Emirados reafirmaram ainda seu compromisso para com esforços diplomáticos que possam, eventualmente, solucionar o conflito na Ucrânia e mitigar suas consequências humanitárias, incluindo a pauta dos prisioneiros e dos refugiados.
A guerra na Ucrânia eclodiu em fevereiro de 2022, quando forças russas, a mando do presidente Vladimir Putin, invadiram o país vizinho. Desde então, as partes divergem sobre uma solução definitiva mediante diálogo.
LEIA: Rússia diz que Assad caiu porque recusou acordo de compartilhamento de poder
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Defensor de longa data da Palestina, Liam Cunningham critica Ed Sheeran após retirada de Macklemore da turnê
- ONU afirma que mulheres na Cisjordânia enfrentam riscos maiores em meio à violência e às restrições
- Human Rights Watch e Anistia Internacional pedem à UE que proíba comércio com assentamentos israelenses
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






