O Papa Francisco fez um novo apelo pela preservação do status histórico e legal da cidade santa de Jerusalém ocupada, reportou a agência de notícias Wafa.

Vaticano reconhece a Palestina [Carlos Latuff/MEMO]
Francisco reiterou que Jerusalém pertence às três religiões abraâmicas – judaísmo, cristianismo e islamismo –, contudo, permanece como foco da violência. O papa argumentou que o nome de Jerusalém (“cidade da paz”) traz à mente sua verdadeira imagem, como fórum de coexistência, ao invés de arena para conflitos como ocorre hoje.
Francisco declarou confiança de que Jerusalém será em breve um espaço de fraternidade, onde todas as religiões possam ser professadas e praticadas em paz em seus santuários.
O pontífice manifestou também esperanças de que Israel e Palestina retomem negociações, em nome da chamada “solução de dois estados”, de acordo com a lei internacional e resoluções da Organização das Nações Unidas (ONU).
ASSISTA: Vândalos atacam locais cristãos na Palestina e na Índia
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Mulher palestina dá à luz na prisão de Damon, em Israel, após ser presa durante a gravidez
- Irã emite plano de defesa passiva para 3 cenários, incluindo uma guerra em grande escala
- Relatório: Exército israelense enfrenta déficit de US$ 13,1 bilhões enquanto estoques de armas sofrem pressão
- Chefe do Exército israelense ordena investigação sobre documentário que revela ataques em Gaza com auxílio de IA
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






