O novo governo direitista da Suécia cumprirá todas as demandas do acordo com a Turquia para aprovar a entrada do país escandinavo à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), ao concentrar sua política externa em seus arredores e abandonar a “política feminista” da gestão anterior, declarou nesta segunda-feira (24) o Ministro de Relações Exteriores Tobias Billstrom.
O novo chanceler reiterou que seu governo compreende a apreensão turca sobre o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), designado como “organização terrorista” por Turquia, União Europeia e Estados Unidos.
“Não haverá despropósitos do governo sueco no que se refere ao PKK”, reafirmou Billstrom em entrevista concedida à rede Associated Press (AP). “Apoiamos absolutamente uma política que restringe a organizações terroristas o direito de funcionar em território sueco”.
Hungria e Turquia são os únicos países da OTAN que ainda não ratificaram a adesão de Suécia e Finlândia à coalizão militar internacional.
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