Aviv Kohavi, chefe do estado-maior das Forças de Defesa de Israel (FDI), declarou que em torno de 1.500 palestinos supostamente procurados foram presos na Cisjordânia ocupada e centenas de supostos ataques foram frustrados como parte da “Operação Quebra-Onda”, lançada no fim de maio, segundo informações da imprensa local.
Durante coletiva militar, Kohavi alegou que o aumento nas operações decorre da ineficácia dos mecanismos de segurança da Autoridade Palestina (AP) e sua subsequente falta de governança em partes da Cisjordânia ocupada.
“Como sempre, mesmo diante desses avanços, nosso desafio é proteger os cidadãos de Israel e nossa missão é conter o terrorismo”, insistiu o general, segundo informações do jornal Times of Israel. “Chegaremos a toda cidade, bairro, beco, casa e porão com esta meta. Nossas atividades continuarão e estamos preparados para intensificá-las caso preciso”.
LEIA: Israel coloca 400 prisioneiros palestinos em isolamento
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